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Hoje, pelas 19.00 hr. mais uma atividade colaborativa de promoção da leitura na Biblioteca Murça.

No dia 9 de Maio celebrou-se o Dia da Europa e o grupo de Geografia desenvolveu o Concurso Europeu, que culminou na exposição efetuada com todos os trabalhos apresentados pelos alunos.

A criatividade ficou bem patente nos muitos trabalhos que foram apresentados. O júri teve a sua tarefa bastante dificultada dada a diversidade e qualidade dos trabalhos, que se encontram expostos na biblioteca escolar.

Simultaneamente decorrem desafios desafios geográficos que tiveram início hoje e se prolongam até ao dia 15 de maio e que testam os conhecimentos dos alunos nesta temática. Participem!

Fernando Pessoa (1888-1935) foi poeta, um dos mais importantes da língua portuguesa. A “Mensagem” foi um dos poucos livros de poesias publicado em vida. Fernando Pessoa exerceu diversas profissões, foi editor, astrólogo, publicitário, jornalista, empresário, crítico literário e crítico político.

Nasceu em Lisboa, no dia 13 de junho de 1888. Ficou órfão de pai aos 5 anos de idade. Seu padrasto era o comandante João Miguel Rosa, que foi nomeado cônsul de Portugal em Durban, na África do Sul. Acompanhando a família, em África, Fernando recebeu educação inglesa. Estudou num colégio de freiras e na Durban High School.

Em 1901 escreveu seus primeiros poemas em inglês. Em 1902 a família voltou para Lisboa. Em 1903 Fernando Pessoa voltou sozinho para a África do Sul, onde se submeteu a uma seleção para a Universidade do Cabo da Boa Esperança. Em 1905 de volta a Lisboa, matriculou-se na Faculdade de Letras, onde cursou Filosofia. Em 1907 abandonou o curso. Em 1912 estreou como crítico literário.

Fernando Pessoa foi “vários poetas” ao mesmo tempo. Tendo sido “plural” como se definiu, criou vários poetas, que conviviam nele. Cada um tem sua biografia e traços diferentes de personalidade. Os poetas não são pseudónimos mas sim heterónimos, isto é indivíduos diferentes, cada qual com seu mundo próprio, representando o que angustiava ou encantava seu autor.

Criou entre outros heterónimos, Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Bernardo Soares. Caeiro é considerado naturalista e cético; Reis é um classicista, enquanto Campos tem um estilo associado ao do poeta norte-americano Walt Whitman.

Em 1915, liderou um grupo de intelectuais, entre eles, Mário de Sá Carneiro e Almada Negreiros. Fundou a revista Orfeu, onde publicou poemas que escandalizaram a sociedade conservadora da época. Os poemas “Ode Triunfal” e “Opiário”, escritos por Álvaro de Campos, causaram reações violentas contra a revista. Fernando Pessoa foi considerado louco.

O Poeta mostrou muito pouco de seu trabalho em vida. Em 1934 candidatou-se com a obra “Mensagem”, um dos poucos livros publicados em vida, ao prémio de poesia do Secretariado Nacional de Informações de Lisboa, sua obra ficou em segundo lugar.

Fernando António Nogueira Pessoa morreu em Lisboa, no dia 30 de novembro de 1935.

Obras Publicadas em Vida

35 Sonnets, 1918
Antinous, 1918
English Poems, I, II e III, 1921
Mensagem, 1934

Obras Póstumas

Poesias de Fernando Pessoa, 1942
Poesias de Álvaro de Campos, 1944
A Nova Poesia Portuguesa, 1944
Poesias de Alberto Caeiro, 1946
Odes de Ricardo Reis, 1946
Poemas Dramáticos, 1952
Poesias Inéditas I e II, 1955 e 1956
Textos Filosóficos, 2 v, 1968
Novas Poesias Inéditas, 1973
Poemas Ingleses Publicados por Fernando Pessoa, 1974
Cartas de Amor de Fernando Pessoa, 1978
Sobre Portugal, 1979
Textos de Crítica e de Intervenção, 1980
Carta de Fernando Pessoa a João Gaspar Simões, 1982
Cartas de Fernando Pessoa a Armando Cortes Rodrigues, 1985
Obra Poética de Fernando Pessoa, 1986
O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro, 1986
Primeiro Fausto, 1986

Adaptado de:   https://www.ebiografia.com/fernando_pessoa/

Eugénio de Andrade

O poeta, de seu verdadeiro nome José Fontinhas, nasceu na freguesia de Póvoa de Atalaia (Fundão) no dia 19 de janeiro de 1923. Mudou-se para Lisboa aos dez anos devido à separação dos seus pais.

Frequentou o Liceu Passos Manuel e a Escola Técnica Machado de Castro, tendo escrito os seus primeiros poemas em 1936. Em 1938 enviou alguns desses poemas a António Botto que, gostando do que leu, o quis conhecer. Botto incentivou-o nessa senda, e em 1939, publicou o seu primeiro livro Narciso, sob o seu verdadeiro nome, que mais tarde viria a rejeitar.

Em 1943 mudou-se para Coimbra, onde regressa depois de cumprido o serviço militar convivendo com Miguel Torga e Eduardo Lourenço. Tornou-se funcionário público em 1947, exercendo durante 35 anos as funções de inspetor administrativo do Ministério da Saúde. Uma transferência de serviço levá-lo-ia a instalar-se no Porto em 1950, numa casa que só deixou mais de quatro décadas depois, quando se mudou para o edifício da extinta Fundação Eugénio de Andrade, na Foz do Douro.

Durante os anos que se seguem até à data da sua morte, o poeta fez diversas viagens, foi convidado para participar em vários eventos e travou amizades com muitas personalidades da cultura portuguesa e estrangeira.

Apesar do seu enorme prestígio nacional e internacional, Eugénio de Andrade sempre viveu distanciado da chamada vida social, literária ou mundana, tendo o próprio justificado as suas raras aparições públicas com «essa debilidade do coração que é a amizade».

Recebeu inúmeras distinções, entre as quais o Prémio da Associação Internacioal de Críticos Literários   (1986), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus (1988), Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores  (1989) e Prémio Camões  (2001). A 8 de Julho de 1982 foi feito Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’lago da Espada e a 4 de Fevereiro de 1989 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Mérito.

Faleceu a 13 de junho de 2005, no Porto, após uma doença neurológica prolongada.

Vida e obra literária

Estreou-se em 1939 com a obra Narciso, torna-se mais conhecido em 1942 com o livro de versos Adolescente. A sua consagração acontece em 1948, com a publicação de As mãos e os frutos, que mereceu os aplausos de críticos como Jorge de Sena ou Vitorino Nemésio. A obra poética de Eugénio de Andrade é essencialmente lírica, considerada por José Saramago como uma poesia do corpo a que se chega mediante uma depuração contínua.

Ainda na década de 40 colabora no seminário Mundo literário  (1946-1948).

Entre as dezenas de obras que publicou encontram-se, na poesia, Os amantes sem dinheiro  (1950), As palavras interditas  (1951), Escrita da Terra  (1974), Matéria Solar  (1980), Rente ao dizer  (1992), Ofício da paciência  (1994), O sal da língua  (1995) e Os lugares do lume  (1998).

Em prosa, publicou Os afluentes do silêncio  (1968), Rosto precário  (1979) e À sombra da memória  (1993), além das histórias infantis História da égua branca  (1977) e Aquela nuvem e as outras  (1986).

Foi também tradutor de algumas obras, como dos espanhóis Federico García Lorca e António Buero Vallejo, da poetisa grega clássica Safo  (Poemas e fragmentos, em 1974), do grego moderno Yannis Ritsos, do francês René Char e do argentino Jorge Luís Borges.

Em Setembro de 2003 a sua obra Os sulcos da sede foi distinguida com o prémio de poesia do Pen Clube Português.

Fonte: Adaptado da Wikipédia, a Enciclopédia livre. https://pt.wikipedia.org/wiki/Eug%C3%A9nio_de_Andrade

Divulga-se a lista de poemas selecionados para participar no Concurso do Plano Nacional de Leitura, promovido pelo  Plano Nacional de Leitura, PNL, Fundação Centro Cultural de Belém, CCB, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Poesia.

 

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As línguas estrangeiras do departamento de línguas dinamizaram atividades subordinadas ao tema do dia de São Valentim, em conformidade com o definido no PAA. Destaca-se a divulgação da origem histórica da comemoração deste dia, bem como elaboração de postais no 2.º ciclo, que no 5.º ano foram realizados colaborativamente com a disciplina de educação visual.

O resultado do trabalho dos alunos encontra-se exposto na biblioteca escolar e pode ser apreciado ao longo desta semana por toda a comunidade educativa.

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